quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Antropoético
antro de perdição
ético e etílico
poético não

3 comentários:

Dan disse...

oi avarandados,

bela e simples diz tudo...

abraços

Francisco de Sousa Vieira Filho disse...

Só se encontra quem se ousa perder... eu-lírico ou eu-etílico?! :) Já disseram que a simplicidade beira a perfeição... poucas vezes vi isso face-a-face como cá... Parabéns! ;)

Rafael Lalli disse...

Que poema fantástico! Adorei, juro!