domingo, 20 de janeiro de 2013
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
domingo, 23 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Obviamente
Não obstante, é necessário deixar de canto
na gaveta, ou sobre a escrivaninha, na estante,
a ideia que deu na veneta para seu decante.
A palavra acalanto,
talagada, suco do instante,
a parte do espanto.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Raiva e confusão
Epifania,
bons tempos aqueles
que ainda não vieram
lacônico e pueril
àqueles que ainda não.
Cinismo, oficio e orgia
único, tô pretérito,
e se virem, arranjem
outro madrigal
virado, caindo fora
fico 'qui dentro na
ilegalidade intelectual
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
Delongas metragens
à frieza de uma relação.
curta ou não
a vida não é curta.
a vida é um curta.
Ou não.
a vida é um curta.
Ou não.
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
Espaço 2/9 - O tempo
já parou
pra pensar
que
corremos
e nem
percebemos
que
a expectativa
de vida
antagoniza
nossa pressa.
- quê?
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Eu nunca tive
Eu nunca tive saco.
É. Eu nunca tive saco...
Eu nunca tive saco!
Embora eu tivesse saco,
penso: eu nunca tive saco.
Dentre tantas coisas que eu nunca tive,
ele é a síntese... Não. Não é por estar ausente.
Finalidade ou consequência
o saco eu nunca tive.
E também
nunca tive amor bonitinho.
Aliás, nunca tive saco pra amor bonitinho.
Nunca tive.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Espaço: 1/9 - A saudade
ponto inicial
se estou aqui
sinto falta de lá
Estando lá
aqui é a falta
pessoal
e do pessoal
minha angústia
em que a saudade
é questão espacial
quinta-feira, 26 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Procedimentos metodológicos na pesquisa nada científica
num observatório
pela lupa, a realidade
acontece no aleatório
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Sobre viver
O homem desde que nasce
Vive um monte de causos
Que vão dando forma a ele
Ele se forma, se forma
tanto até que fica deformado
E de uma forma ou outra, morre.
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